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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Contas à vida

Hoje, logo pela manhã, veio-me à ideia fazer as contas àquilo que já gastei nas minhas idas a entrevistas a Lisboa e ao Porto, nestes quase 2 anos. Pois bem, assim, por alto, só em bilhetes de comboio e metro foram à volta de 300 euros. Se a este valor juntarmos o que também gastei em gasolina para me deslocar a entrevistas aqui na zona onde moro, posso dizer que já podia ter comprado uns Louboutin. E, se calhar, tinham-me feito muito mais feliz.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Ops

Não, ainda não foi desta que arranjei emprego. Porra, nem num call center te querem. No entanto, fiquei com um manancial infinito para posts. É que isto dos call centers tem muito que se lhe diga, oh se tem!

Coisas giras que eu vou descobrindo

Achei que gostariam de saber que para se ser operador/a de call-center tem que se passar por um processo de recrutamento mais longo e com mais fases do que quem quer ser astronauta da NASA.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Toma lá que é para aprenderes!

Uma pessoa candidata-se a uma oferta de emprego, seja ela por intermédio de uma empresa de recrutamento ou directamente pela própria fonte do trabalho, e já sabe que vai estar muito tempo à espera de uma resposta, de um possível contacto para ir a uma entrevista. Isto, claro, em caso de resposta positiva, porque em caso de não sermos seleccionados não temos direito nem a um email automático enviado pela estagiária não-remunerada. Já me aconteceu por diversas vezes passarem-se dias e dias entre o período em que submeto a candidatura e a altura em que me contactam para uma entrevista. 

Ora, o que me traz aqui hoje é um facto deveras curioso que acabou de me acontecer. Por razões cá da minha vida, ontem passei-me ligeiramente dos nervos e, de rajada, candidatei-me a para aí uma dúzia de ofertas de emprego, umas melhores, outras piores, mas sempre no espírito de “o que vem à rede é peixe”. Hoje, no espaço de uma hora, recebi três chamadas, de três empresas de recrutamento diferentes, a marcar entrevista para amanhã. Por vontade deles, elas eram todas à mesma hora, mas a pessoa lá disse que não, não podia ser e lá conseguiu espaçá-las pelas várias horas que o dia tem. 

E agora vamos à parte realmente interessante: e estas entrevistas todas são para que emprego, para te responderem assim tão depressa? Calma, não pensem mais, eu digo-vos: é para a maravilhosa função de operadora de call-center. Sim! Estes, por incrível que possa parecer, dado que dão óptimas condições de trabalho e oferecem regalias ainda melhores, andam sempre à procura de trabalhadores… E ainda dizem que não há trabalho em Portugal! Calões!

Já agora, já tinha concorrido uma vez a uma vaga num call-center, e dessa vez também fui à entrevista (a razão pela qual não fiquei colocada merece um post só para ela), e a resposta também foi rápida: candidatei-me na Sexta e na Segunda estava a receber a chamadinha da praxe por parte da empresa de recrutamento.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O problema não és tu. Sou eu...

Acho que já perdi a conta ao número de entrevistas que lixei. Não há volta a dar. Não tenho jeito nenhum para isso e espalho-me ao comprido. Ora é porque sou honesta demais, ora porque não fui totalmente honesta e dei uma resposta-tipo. A verdade é que não fui feita para este mundo de faz de conta, de bajulação e massagens ao ego alheio.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ajuda do público

Meus caros leitores e minhas caras leitoras,

depois de um longo silêncio (nem sei como é que vocês têm sobrevivido sem mim), venho aqui hoje aproveitar-me de vós e pedir a vossa ajuda. Sim, preciso da vossa sabedoria.

Ora, sendo eu uma pessoa dada à honestidade e com uma imensa dificuldade em mentir, dou por mim a ser vítima desse mundo cão que são as entrevistas de trabalho. Por isso, peço que recorram à vossa experiência e me digam como é que se responde a perguntas destas:

1) Por que razão pretende trabalhar na área X?
2) Onde é que se vê daqui a 5 anos? (Ou daqui a 10, como me perguntaram na semana passada.)
3) Quem é?
4) ... 

[em actualização]


Preciso de respostas abertas e ambíguas o suficiente para que sirvam para qualquer área. Que, no fundo, não digam nada, mas que pareçam lindas e muito dignas. Assim daquelas que alguns recrutadores gostam de ouvir, assim daqueles que precisam que lhes afaguem o ego.

Agradecida

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais um NÃO.

No final da semana passada recebi o email por que tanto ansiava. Tinham-me prometido uma resposta, fosse ela positiva ou negativa. Como podem perceber pelo título, foi mais um NÃO

Não passou à próxima fase.

Na semana anterior, tinha concorrido a uma vaga que tinha sido anunciada nesse mesmo dia. Qual não é o meu espanto quando, ao final do dia, me ligam a marcar entrevista para o dia seguinte! Em Lisboa! Bem, lá fui eu, toda contente, com esperança. Achei que era desta que a sorte me ia bater à porta! Estava tudo a meu favor: vi aquele anúncio e, apesar de preencher a maioria dos requisitos que eles exigiam, estive mesmo quase para não concorrer, pois achava que não teria hipótese; concorri e, no mesmo dia, convocaram-me para uma entrevista! Só podia correr bem! 

Em primeiro lugar, fui apanhar um bocadinho de ar e tive a oportunidade de andar de comboio, que é coisa que eu adoro, mas, tirando isso, mais valia ter ficado em casa. Sempre tinha poupado dinheiro! A senhora, muito simpática e prestável (diga-se de passagem), entrevistou duas pessoas ao mesmo tempo (eu e outra senhora, que por acaso tinha mais de 15 anos de experiência num posto daqueles) e eu fiquei logo muito desconfortável. Para além disso, não me perguntou nada de especial, aquilo que lá fui fazer poderia ter sido feito pelo telefone ou por email, até porque esta era apenas a 1ª de várias fases do processo de recrutamento. 

Portanto, com base no meu Curriculum Vitae, e na opinião que a técnica formou a meu respeito, ela e a entidade para a qual estava a contratar iriam decidir se eu passaria à 2ª fase que era, nem mais nem menos, do aquela dos testes psicotécnicos maravilhosos de que eu já falei aqui. Por este prisma, até foi melhor terem-me dito já que não, pois assim poupei o dinheiro de mais uma viagem de ida e volta a Lisboa em vão. Sim, porque é certo e sabido que eu não passo nesses testes...

Mas, de qualquer forma, fiquei muito triste. Era um área diferente daquela a que estou habituada, mas acho que até poderia fazer um bom trabalho se me tivessem dado sequer uma hipótese. Era para uma boa empresa e tinha um bom salário! 

Por isso, nos últimos dias eu tenho andado com uma neura descomunal!...